"Ao partilhar informações uns com os outros, podemos usar [estas "impressões digitais"] para ajudar a identificar potencial conteúdo terrorista nas respetivas plataformas", foi revelado em comunicado divulgado na ontem e citado pela AFP.
De notar que nenhuma das mensagens será removida ou bloqueada de forma automática, cabendo às empresas analisar o seu conteúdo e perceber se essas mensagens violam as regras de utilização dos serviços.
Numa fase inicial, as empresas que agora firmaram parceria, pretendem começar por remover as imagens e vídeos "mais extremos e flagrantes" e, portanto, "com maior probabilidade de violar as regras de todos os nossos negócios."
As empresas pretendem ainda, no futuro próximo, alinhar estratégias em conjunto de forma a que possam "envolver mais empresas" neste projeto, no entanto, cada uma vai continuar a lidar de forma independente com pedidos de informação ou remoção de conteúdo de governos ou a aplicação da lei.
Esta iniciativa acontece depois dos Estados Unidos, Comissão Europeia e uma série de outros governos terem feito apelos contínuos nas redes sociais para que se lute ferozmente contra as propagandas alusivas às ações jihadistas.
O Twitter, Facebook, Microsoft e Youtube anunciaram a assinatura de uma parceria global com o intuito de ajudar na missão de identificação de “conteúdos de caracter terrorista” que possa a ser colocado nas suas plataformas de comunicação.