A Microsoft poderá estar prestes a iniciar uma nova vaga de despedimentos em massa neste primeiro trimestre de 2026. Após ter cortado 15 000 postos de trabalho em 2025, surgem agora rumores de que a tecnológica de Redmond se prepara para reduzir entre 5% a 10% da sua força de trabalho global. Contas feitas, isto poderá significar a saída de 11 000 a 22 000 colaboradores, afetando áreas estratégicas como a gestão intermédia, operações da Azure Cloud, o segmento de gaming (Xbox) e vendas.
A Microsoft confirmou oficialmente os seus planos para o lançamento do Windows 11 versão 26H1, uma atualização que, tal como aconteceu em 2024, terá um foco inicial muito restrito. Atualmente em fase de testes no canal Canary do programa Insider, esta versão não traz, para já, novas funcionalidades visíveis para o utilizador. O seu propósito é técnico: servir de alicerce para as "certas plataformas" de hardware que estão agora a chegar ao mercado.
A Microsoft arranca o ano de 2026 com motivos de preocupação no que toca à adoção do seu mais recente sistema operativo. Segundo os dados mais recentes da Statcounter, a quota de mercado do Windows 11 registou uma queda acentuada em dezembro, um cenário inesperado dado que o fim do suporte oficial para o Windows 10 já é uma realidade em grande parte do globo. Estes números sugerem uma resistência invulgar dos utilizadores em migrar para a versão mais recente.
A Microsoft desativou oficialmente um dos métodos mais icónicos e antigos de validação de software: a ativação por telefone. Este sistema, que permitiu durante décadas ativar o Windows e o Office sem necessidade de uma ligação à internet, foi descontinuado, conforme revelou uma investigação recente do YouTuber Ben Kleiberg. O método era a solução de recurso para utilizadores com problemas de chaves OEM ou em locais sem conectividade, oferecendo uma alternativa direta através de uma linha de apoio automatizada da corporação.
Investigadores da ESET dissecaram recentemente a vulnerabilidade CVE-2025-50165, uma falha crítica no Windows Imaging Component. O problema reside na forma como o sistema processa ficheiros JPG, um dos formatos mais universais do mundo digital. Inicialmente, o alerta causou apreensão devido à possibilidade teórica de execução remota de código (RCE), mas a análise detalhada revela que o risco para o utilizador comum é mais controlado do que se previa, uma vez que a falha não é ativada pela simples visualização da imagem.