Esta patente foi registada em 2000 pelo empresário Sungil Lee, e que, de acordo com a informação, e descreve um sistema autónomo onde a pessoa pode usar a internet para escolher o conteúdo a que desejasse assistir podendo depois gravar numa média digital que será entregue em casa, ou seja, algo do género do que o Netflix faz atualmente.
Apesar de ser uma ideia lógica, este documento tem conseguido obter uma série de vitorias em ações semelhantes, tendo em 2011, Sungil Lee vendido a sua patente à Innovative Automation, uma empresa que, tal como a Blackbird Technologies, vive deste tipo de ações judiciais e que tem alegado que a patente cobre um vasto leque de métodos e sistemas de duplicação de dados digitais, alegação que lhe tem garantido as vitorias nos tribunais.
Este tipo de estratagemas por parte deste tipo de empresas tem vindo a ter algum sucesso ao longo do tempo sendo que, no ano passado, por exemplo, a Apple teve de pagar 3 milhões de dólares em multas por usar o recurso de alerta de chamadas e silenciamento de toques no iPhone, isto porque não licenciou a tecnologia com a MobileMedia Ideas LLC, uma empresa de patentes chefiada pela Nokia e pela Sony.
Dois meses depois de ter anunciado globalmente a possibilidade de os utilizadores descarregarem os conteúdos para os smartphones e tablets, o Netflix acaba de ser processado por disponibilizar essa funcionalidade.