Sediada em Seul, a Bithumb, divulgou a informação através de diversas mensagens no seu espaço no Twitter. Ao mesmo tempo, confirmou igualmente, que as moedas roubadas seriam cobertas pelas próprias reservas do Bithumb. Perante este “assalto”, a empresa decidiu transferir todos os ativos dos utilizadores para uma carteira diferente.
Os ativos transferidos foram rapidamente colocados numa denominada cold wallet, ou carteira fria, um método utilizado para o armazenamento a longo prazo de uma grande quantidade de dinheiro / moeda encriptada e que está apenas ligada à Internet quando se efetua uma transação – para diminuir a probabilidade de mais fundos serem roubados.
Neste momento, este já é o terceiro hack ao Bithumb – o maior caso de roubo de criptomoedas na Coréia do Sul – e o segundo maior incidente a ter atingido uma troca de criptomoedas após a invasão do Coinrail a 10 de junho.
Após a notícia da invasão da Bithumb, o valor da criptomoeda sofreu uma grande queda nos mercados antes de se recuperar rapidamente no final do dia.
Entretanto a polícia de Seul iniciou uma investigação acerca do roubo, incluindo a recolha de dados dos computadores da empresa.
Os recentes ataques no mercado das moedas encriptadas levaram o público a solicitar que o governo implementasse regulamentações mais rígidas.