"Chamo-me N. tenho quinze anos e vivo nos Açores. Por várias vezes, acedi à Internet, onde consultei vários sites e utilizei alguns serviços Peer-to-Peer, como, por exemplo, o Kazaa e o Limewire.
Através desses serviços, fiz downloads de várias músicas, como o "Dei-te quase tudo" e o "Fala-me de Amor".
Depois partilhei-as e disponibilizei-as a outras pessoas na internet. Estes meus actos foram detectados e, no dia 3 de Maio de 2007, a Polícia apareceu em minha casa. Foi ao meu quarto, ao quarto da minha irmã e dos meus pais.
Os polícias correram a minha casa toda e levaram-me o meu computador, bem como os meus CDs e DVDs.
Já há algum tempo tinha ouvido dizer que não se devia fazer aquilo, mas não liguei.
De facto, sei que tirar e dar músicas através da internet é crime. Além do mais, fiquei sem Internet, sem computador e sem os meus CDs e DVDs.
Percebo agora que fazer downloads e uploads ilegais através da internet não compensa."
Todos estes processos tiverem como base queixas fetias pela AFP e Audiogest contra 28 utilizadores não idenficados em 2006. Estas associações pretendem agora que o governo ajude e tome medidas do género das que foram tomadas pelo governo francês...
Através desses serviços, fiz downloads de várias músicas, como o "Dei-te quase tudo" e o "Fala-me de Amor".
Depois partilhei-as e disponibilizei-as a outras pessoas na internet. Estes meus actos foram detectados e, no dia 3 de Maio de 2007, a Polícia apareceu em minha casa. Foi ao meu quarto, ao quarto da minha irmã e dos meus pais.
Os polícias correram a minha casa toda e levaram-me o meu computador, bem como os meus CDs e DVDs.
Já há algum tempo tinha ouvido dizer que não se devia fazer aquilo, mas não liguei.
De facto, sei que tirar e dar músicas através da internet é crime. Além do mais, fiquei sem Internet, sem computador e sem os meus CDs e DVDs.
Percebo agora que fazer downloads e uploads ilegais através da internet não compensa."
Todos estes processos tiverem como base queixas fetias pela AFP e Audiogest contra 28 utilizadores não idenficados em 2006. Estas associações pretendem agora que o governo ajude e tome medidas do género das que foram tomadas pelo governo francês...
{mosgoogle}
Depois de nos últimos dias termos dado a conhecer a noticia de que pela primeira vez em Portugal um individuo ser condenado por partilhar músicas, chega a informação directamente da Associação Fonográfica de Portugal e da Audiogest de que mais dois processos estão concluidos.