A atualização foca-se na proatividade, tornando as interações com o smartphone mais fluidas e inteligentes através de uma latência significativamente reduzida.
O Nano Banana 2 foi otimizado para lidar com uma variedade maior de formatos, incluindo texto, imagens e áudio, processando informações contextuais em milissegundos. De acordo com o anúncio, este avanço permite que os programadores integrem funcionalidades de IA mais sofisticadas em aplicações quotidianas, garantindo ao mesmo tempo a privacidade do utilizador, uma vez que a maioria do processamento ocorre no próprio hardware e não na cloud. A arquitetura do modelo foi refinada para ser mais adaptável a diferentes tipos de chips, alargando o ecossistema de dispositivos compatíveis.

Além da performance bruta, a Google sublinha que esta nova versão é capaz de compreender intenções complexas com uma precisão muito superior à da geração anterior. Isto traduz-se em assistentes virtuais mais naturais e em ferramentas de edição e produtividade que antecipam as necessidades do utilizador. Com o Nano Banana 2, a gigante tecnológica reafirma o seu compromisso em democratizar o acesso à IA de alto desempenho, tornando-a acessível de forma instantânea e privada em qualquer lugar.
O lançamento marca também uma nova etapa na estratégia de sustentabilidade da marca, uma vez que o modelo exige menos recursos computacionais para fornecer resultados de alta qualidade. Esta eficiência é crucial para o futuro da computação móvel, onde a procura por inteligência artificial é crescente mas os recursos térmicos e de energia são limitados. O Nano Banana 2 já está a começar a ser integrado nos dispositivos Pixel e estará disponível para parceiros Android nos próximos meses.