É então que chega o momento da verdade. Quando a rapariga está prestes a sair do país para conhecer o seu novo amigo, ocorre um problema de última hora, como uma dificuldade com o VISA, ou um suborno que têm que pagar, etc. Para superar estes obstáculos, a rapariga pede uma pequena quantia de dinheiro, nunca mais de $500. Aqui é obviamente onde a fraude tem início; a rapariga não existe, é apenas uma invenção para enganar os utilizadores.
Se alguém facultar o dinheiro pedido, a história continuará sem dúvida, com novos problemas a surgirem e que requerem o envio de mais dinheiro por parte da vítima. A rapariga obviamente nunca sairá do seu país, visto que nem existe.
“Há alguns anos, este tipo de fraude teria tendencialmente mais suspeitas, mas actualmente, com tantas pessoas a participar em redes sociais, tornaram-se mais plausíveis. Com tantos perfis e endereços de e-mail de conhecimento público, muitos julgam ser possível que alguém tenha visto as suas fotos e encontrado alguma ligação a elas”, afirma Luis Corrons, Director Técnico do PandaLabs.
Poderá consultar exemplos deste tipo de e-mails e mais informação no blog do PandaLabs em http://www.pandalabs.com .
Se alguém facultar o dinheiro pedido, a história continuará sem dúvida, com novos problemas a surgirem e que requerem o envio de mais dinheiro por parte da vítima. A rapariga obviamente nunca sairá do seu país, visto que nem existe.
“Há alguns anos, este tipo de fraude teria tendencialmente mais suspeitas, mas actualmente, com tantas pessoas a participar em redes sociais, tornaram-se mais plausíveis. Com tantos perfis e endereços de e-mail de conhecimento público, muitos julgam ser possível que alguém tenha visto as suas fotos e encontrado alguma ligação a elas”, afirma Luis Corrons, Director Técnico do PandaLabs.
Poderá consultar exemplos deste tipo de e-mails e mais informação no blog do PandaLabs em http://www.pandalabs.com .
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O boom das redes sociais fornece aos ciber-criminosos a informação necessária para a criação de esquemas mais plausíveis.