As conclusões da Comissão liderada por Durão Barroso são preliminares e fazem parte da chamada fase pré-contenciosa da acção. Esta foi instaurada por incumprimento de Portugal da directiva 2004/18/CE (norma que regula a contratação pública na UE, de forma a assegurar a livre circulação de bens e serviços no Mercado Único Europeu). O processo nasceu de uma queixa apresentada pela empresa Accer na Direcção-Geral do Mercado Interno.
A resposta das autoridades portuguesas deveria ter sido enviada em Abril, mas o prazo legal não foi respeitado. «Sabemos que a resposta será enviada muito em breve», desdramatizou ao SOL Oliver Drewes, porta-voz do comissário Charlie McCreevy (titular da pasta do Mercado Interno).
A resposta das autoridades portuguesas deveria ter sido enviada em Abril, mas o prazo legal não foi respeitado. «Sabemos que a resposta será enviada muito em breve», desdramatizou ao SOL Oliver Drewes, porta-voz do comissário Charlie McCreevy (titular da pasta do Mercado Interno).
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Todos os programas ligados ao Plano Tecnológico da Educação, do qual o Magalhães é o mais emblemático, estão em causa. Para a Comissão Europeia, o Governo português não agiu de modo transparente, porque as empresas foram tratadas de modo desigual.