As redes sociais Twitter, Facebook e Instagram vão passar a ser mais rigorosos no que diz respeito ao cumprimento das políticas de utilização por parte dos seus utilizadores.

Desde que o seu lançamento, em 2006, que o Facebook exige que os seus utilizadores tenham, no mínimo, 13 anos de idade para que pudessem criar uma conta. No entanto não era exigido que fosse apresentado nenhum comprovativo de idade, algo que se alterou nos últimos dias, tendo tomado a iniciativa de bloquear proactivamente as contas que sejam suspeitas de serem usadas por menores de 13 anos.

A Google foi acusada nos últimos dias pelo DuckDuckGo de ter adquirido o domínio duck.com com o intuito de confundir os utilizadores da internet e de o usar para redirecionar os seus visitantes para o google.com.

Um dos principais rivais do Google, o DuckDuckGo, veio a publico comentar a sanção imposta pela União Europeia ao “rei das pesquisas da internet”. O DuckDuckGo, um motor de busca que tem como principal argumento a privacidade dos seus utilizadores, afirmou que as práticas anticoncorrenciais levadas a cabo pela Google não são exclusivas do sistema operativo Android, e que a empresa norte-americana tem o mesmo tipo de comportamento com outros produtos, nomeadamente o Chrome e o serviço de compra de domínios.

O Google Chrome é um dos navegadores mais usados em todo o mundo, no entanto um dos problemas que mais aborrece os seus utilizadores prende-se com o facto deste browser pesar muito na memória RAM dos dispositivos.

O Instagram, mais concretamente a funcionalidade que permite realizar mensagens diretas na rede social, recebeu uma nova opção que permite que os utilizadores consigam identificar quando os seus amigos estão online e disponíveis para conversar na plataforma. A partir de agora, o estado ativo no Instagram, passa a ser indicado por um ponto verde colocado junto à foto do perfil de um utilizador, algo que já existe há algum tempo na aplicação Messenger do Facebook.

A Google decidiu ativar por “default” o recurso de segurança “Site Isolation”. Esta funcionalidade fica ativa a partir da versão 67 do Google Chrome, permitindo assim uma maior proteção aos seus utilizadores nomeadamente em “exploits” que exploram a falha “Spectre”.

Top