A Microsoft acaba de atualizar o Cyber Signals, a sexta edição do seu relatório de cibersegurança, onde faz uma análise à ascensão da utilização da Inteligência Artificial (IA) generativa para fins maliciosos e como está a utilizar esta mesma ferramenta para melhorar as suas medidas de segurança e a desbloquear novas formas de proteção contra as ciberameaças.
Todos os dias, a Microsoft realiza mais de 2,5 mil milhões deteções em cloud e orientadas para a IA, por forma a proteger os seus clientes. Durante este processo, a tecnológica concluiu que as ferramentas tradicionais de proteção já não acompanham o ritmo das ameaças colocadas pelos cibercriminosos. Apesar do potencial para capacitar as organizações para derrotar os ciberataques e impulsionar a inovação e a eficiência na deteção de ameaças – na procura e na resposta a incidentes – os adversários podem utilizar a IA como parte dos seus exploits.