A Hama anunciou a chegada de uma nova solução de carregamento compatível com Apple MagSafe que lhe oferece todas vantagens do carregamento por indução com a comodidade de um formato altamente portátil e sem fios. O power pack “MagPower5” dispõe de um alinhamento magnético preciso para tirar proveito da tecnologia MagSafe sem necessitar de cabos inconvenientes ou tomadas de energia.

A China está a promover a auto-suficiência tecnológica para reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros. De acordo com um relatório no Wall Street Journal, o governo proibiu a utilização de todos os iPhones e outros produtos de tecnologia de marcas estrangeiras em escritórios governamentais.

Sob a nova política, os funcionários do governo estão proibidos de usar dispositivos como o iPhone para fins de trabalho ou mesmo impedidos de os levar para os edifícios de escritórios. Esta medida representa uma grande expansão do esforço de longa data da China para reduzir a dependência da tecnologia estrangeira, que revela, ao mesmo tempo, a sua preocupação com a cibersegurança.

Os iPhones não são, propriamente, conhecidos pelas suas velocidades de carregamento rápido. Os atuais modelos do iPhone 14 Pro aceitam, no máximo os 27W de carregamento, enquanto os modelos padrão do iPhone 14 suportam apenas os 20W.

Mas ao que parece, a próxima linha do iPhone 15, poderá também significar uma nova era no que aos carregamentos rápidos diz respeito no mundo Apple, com o suporte aos 35W.

A ESET divulgou novos dados do segundo quadrimestre de 2022 sobre a paisagem de ciberameaças em Portugal. Uma das observações mais destacáveis no mais recente relatório de ameaças da especialista europeia em cibersegurança é o crescimento das ciberameaças contra macOS em território nacional.

Globalmente, as deteções da ESET para os meses de maio, junho, julho e agosto deste ano mostram uma diminuição das ameaças contra macOS em relação com o quadrimestre anterior. Pelo contrário, em Portugal, foi registado um crescimento de 15% destas ameaças entre os dois quadrimestres.

Os investigadores da ESET, empresa europeia líder em soluções de cibersegurança, descobriram um malware de macOS previamente desconhecido que espia utilizadores de Mac comprometidos e usa exclusivamente serviços de armazenamento na nuvem pública para comunicar com os seus operadores. Designado CloudMensis pela ESET, as suas capacidades mostram claramente que a intenção dos operadores é reunir informação sobre os Macs das vítimas roubando documentos, teclas, emails, anexos, ficheiros em armazenamento externo e capturas de ecrã.

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