A Prosegur lançou uma solução abrangente de gestão e custódia de ativos digitais chamada Prosegur Crypto. O serviço é direcionado a clientes institucionais que gerem ou investem em ativos digitais, que requeiram o máximo de recursos de custódia de segurança. Desta forma, a solução Prosegur Crypto permitirá aos clientes a possibilidade de armazenar criptomoedas ou qualquer outro ativo digital e geri-lo através de uma aplicação móvel, de forma totalmente segura.

O SL Benfica tornou-se o primeiro grande clube de futebol europeu a aceitar pagamentos online em criptomoedas. Em parceria com a UTRUST, a mais inovadora solução de pagamentos digitais, o Benfica oferece agora aos seus adeptos a opção de utilizar criptomoedas para comprar bilhetes de jogos e toda a gama de produtos Benfica na loja online oficial.

O lançamento da UTRUST como parceiro de soluções de pagamento em criptomoedas irá potenciar a estratégia de e-commerce do Clube e, em particular, expandir a sua audiência global, aproximando os adeptos e utilizadores de criptomoedas em Portugal e no estrangeiro com experiência em tecnologia da sua sede no Estádio da Luz.

Foi descoberto no Brasil que foram infetados 200 mil routers da MikroTik com um código modificado para que fossem postas “em produção” criptomoedas.

O código terá sido colocado a circular por hackers, e, segundo revelou a empresa de segurança Trustwave, foi usado o Coinhive, um script capaz de por os dispositivos a “minerar” moedas virtuais.

Uma nova ameaça está a circular na internet, estando particularmente direcionada a todos os que apostam na utilização de criptomoeadas.

Identificado como CryptoCurrency Clipboard Hijacker, esta ameaça limita-se a monitorizar os endereços de criptomoedas através do “clipboard” do sistema operativo Windows.

Paralelamente ao aumento do mercado das criptomoedas, o lançamento, por parte dos hackers, de software mineiro malicioso com o qual conseguem lucros fáceis tornou-se numa grande tendência em 2017. Esta já tinha sido prevista no ano passado pelos investigadores da Kaspersky Lab que detetaram um retorno do software mineiro durante a crescente popularidade do Zcash. Um ano depois, os mineiros estão em todo o lado: de acordo com os dados da Kaspersky Lab, no final deste ano o número de utilizadores afetados irá ultrapassar os dois milhões.

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