O Instituto de Telecomunicações (IT) desenvolveu – em parceria com a Universidade do Algarve (UAlg) – novos componentes eletrónicos que permitem, pela primeira vez, a medição da atividade elétrica de células cancerosas do sistema nervoso. A tecnologia de medição foi testada em laboratório, com células derivadas de tumores cerebrais de rato – do tipo astroglioma –, e levanta novas questões sobre a possível sinalização elétrica produzida pelos tumores e sobre o seu impacto na fisiologia cerebral.

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