Os ataques de phishing estão entre as táticas mais utilizadas pelos cibercriminosos contra as empresas. Estes esquemas procuram enganar os colaboradores para que estes revelem informações sensíveis, tais como credenciais de início de sessão ou dados financeiros através de fontes aparentemente legítimas. Embora os ataques de phishing assumam muitas formas, visam frequentemente os sistemas de email das empresas devido à riqueza de informações valiosas que contêm. Para ajudar as empresas a reforçar as suas defesas contra potenciais violações, a Kaspersky revela a anatomia de um ataque de phishing.

À medida que as organizações desenvolvem e implementam mais aplicações na cloud, a segurança torna-se mais complicada. Muitas organizações estão a adotar uma estratégia híbrida ou multi-cloud, o que tem aumentado a superfície de ataque e a complexidade. As equipas de segurança enfrentam frequentemente dificuldades em gerir e proteger os vários workloads e ambientes na cloud, tanto privados, como públicos. E mesmo que a adoção da multi-cloud tenha muitos benefícios, lidar com múltiplas ferramentas adiciona complexidade à gestão, tornando difícil ou impossível aplicar políticas de segurança consistentes em todos os ambientes cloud. Além disso, o nível de complexidade de segurança aumenta ao longo do tempo, à medida que as organizações continuam a adicionar serviços na cloud, o que leva a ainda mais desafios de gestão e custos.

A percentagem de dispositivos empresariais comprometidos com malware data-stealing aumentou um terço desde 2020, de acordo com a Kaspersky Digital Footprint Intelligence. Aproximadamente 21% dos profissionais, cujos dispositivos foram infetados, executaram o malware ofensivo repetidamente. A equipa da Kaspersky Digital Footprint Intelligence está a aumentar a sensibilização para o problema e a oferecer estratégias para mitigar os riscos associados, em resposta à ameaça crescente de infostealers que visam utilizadores empresariais.

O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), através da sua Escola Superior de Educação (ESE/IPS), é a instituição de Ensino Superior parceira do projeto Programar o Futuro, uma formação piloto na área das competências digitais dirigida a jovens, que foi na segunda-feira, dia 13, lançada em Lisboa, numa sessão com encerramento a cargo do  secretário de Estado para a Digitalização e Modernização Administrativa, Mário Campolargo.

Novo relatório da Kaspersky, "Kaspersky ICS Security Survey 2022: The seven key to improving OT security outcomes",revela que 40% das empresas europeias do setor industrial tende a desativar a sua solução de cibersegurança caso esta afete o seu ritmo de produção. A nível global, a percentagem situa-se nos 30%. De acordo com o estudo da Kaspersky, 18% das organizações inquiridas na Europa afirma enfrentar regularmente estes problemas, enquanto 42% diz ser um caso raro. Compatibilidade é o principal fator em questão.

Na hora de implementar soluções de cibersegurança num ambiente tecnológico operacional, o equilíbrio entre contar com as proteções adequadas e garantir um fluxo de trabalho rentável é fulcral. Caso contrário, os tempos imprevistos de inatividade causados pela interrupção da produção podem custar às empresas até €207.000 por hora, de acordo com algumas estimativas

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