O Silence junta-se agora ao grupo dos ciberataques mais devastadores e complexos, ao lado de operações como o Metel, GCMAN ou o Carbanak, que foram bem-sucedidos ao obter milhões de dólares de organizações financeiras. A maioria destas operações faz uso da seguinte técnica: os hackers obtém acesso às redes internas bancárias durante longos períodos de tempo, monitorizam a sua atividade diária, examinam os detalhes de cada rede bancária individual e, na altura certa, tiram partido desses conhecimentos para roubar o máximo de dinheiro possível.

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