A equipa de investigação da ESET revelou os primeiros indícios de colaboração entre dois grupos de ciberespionagem associados ao FSB russo: o Gamaredon e o Turla. Ambos participaram em ataques direcionados a alvos estratégicos na Ucrânia, sendo que o Gamaredon forneceu a porta de entrada com as suas ferramentas e o Turla conseguiu depois controlar implantes já presentes nas máquinas comprometidas.

Microsoft e governo holandês alertam para nova operação de ciberespionagem que já comprometeu organizações governamentais e militares

Um novo grupo de hackers apoiado pelo governo russo, até agora desconhecido, está a atacar infraestruturas críticas e a recolher informação sensível sobre países da NATO e a Ucrânia. A revelação foi feita esta semana pela Microsoft e pelos serviços de inteligência dos Países Baixos.

Através de apenas um clique (num computador ou smartphone), a EU4UA junta refugiados Ucranianos a cidadãos europeus que disponibilizam alojamento de emergência gratuito. Os utilizadores podem oferecer a sua própria habitação ou disponibilizar uma das 11 milhões de casas disponíveis na Europa. O projeto foi lançado em tempo recorde, em apenas 48 horas no último fim-de-semana de fevereiro, por um grupo multinacional de empreendedores da área de tecnologia, os 4 cofundadores da Jobgether: o francês Arnaud Devigne, o espanhol Alexandre Hernandez, o belgo Juan Bourgeois e o CTO colombiano Alexis Rodriguez. É também graças à mobilização incrível de duzentos profissionais da área tech espalhados por todo o mundo que se dedicaram ao desenvolvimento da plataforma que, em menos de cinco dias, a iniciativa pôde ver a luz do dia.

A ESET, empresa líder em soluções de cibersegurança na União Europeia, anunciou hoje que vai suspender todas as novas vendas a quaisquer indivíduos, empresas e organizações na Rússia e Bielorrússia. Anteriormente, vendas ao governo russo e entidades associadas já estavam suspendidas desde 2016, quando este introduziu regras fiscais, legislação e processos de certificação que favoreciam fornecedores locais.

Já está disponível em www.wehelpukraine.org a plataforma global que liga pessoas a precisar de ajuda na Ucrânia, ou em fuga, com pessoas e organizações que podem fornecer apoio.

O projeto arrancou em Portugal este sábado e já mobilizou dezenas de pessoas e organizações para disponibilizar e gerir a plataforma, que funcionará como um “Airbnb” para encontrar – e disponibilizar - um alojamento, medicamentos e ofertas de trabalho.

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