Esta ferramenta é disponibilizada mensalmente via Windows Update e Download Center e uma vez obtida, efetua um scan único para identificar e remover malware (e respetivas variantes) como o Blaster, Sasser, ou o Mydoom.
O MSRT é uma ferramenta de limpeza pós-infeção e não substitui uma solução antivírus. Neste sentido, é recomendado que os utilizadores instalem um antivírus e o mantenham sempre atualizado.
Para além do scan mensal, os utilizadores podem a qualquer altura executar o MSRT para eliminar este tipo de infeções. Vejamos como:
Vamos começar por abrir o “Executar” (Win + R) e escrever mrt (“C:\Windows\System32\MRT.exe”) seguido de “Enter”.

Nota: Se a versão do MSRT instalada no Windows 10 estiver desatualizada, é disponibilizado o link para obter a versão mais recente. Para continuar sem atualizar, clique em “OK”.

Na janela de boas-vindas ao MSRT vamos clicar em “Next”.

No passo seguinte, vamos escolher o tipo de scan que o MSRT deverá executar. A escolha (Quick, Full ou Customized) e o equipamento irá influenciar o tempo de duração do scan.

Depois de assinalar a opção e clicar em “Next”, o MSRT inicia então a analise ao PC.

No final do scan, o MSRT apresenta o resultado e fornece um relatório mais detalhado através do link “View detailed results of the scan”. Para fechar a janela basta clicar em “Finish”.
Dica: O log fica guardado na pasta “C:\Windows\Debug\mrt.log”.

O MSRT pode também ser executado via Command Prompt.
Depois de abrir uma janela do Command Prompt, vamos escrever um dos seguintes comandos seguidos de “Enter”:
MRT /F:Y /Q = Força a execução de um “Full Scan” e limpa automaticamente os ficheiros infetados sem abrir a interface gráfica.
MRT /F:Y = Abre a interface gráfica, força a execução de um “Full Scan” e limpa automaticamente os ficheiros infetados.
MRT /F /Q = Força a execução de um “Full Scan” sem abrir a interface gráfica.
MRT /F = Abre a interface gráfica, força a execução de um “Full Scan”
A lista completa de comandos pode ser visualizada escrevendo mrt /? no command prompt.

Como podemos ver nos passos anteriores, a utilização desta ferramenta é muito simples e é mais uma opção a considerar quando somos alvos de uma infeção por malware.
Novamente reforço a ideia que o facto de ajudar a remover ameaças, não significa que tenha mecanismos de deteção em tempo real, logo, não se deve sobrepor às funções dos antivírus.
Como sempre, espero que este guia seja útil a todos os que nos visitam.