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Um terço dos millennials considera-se demasiado “aborrecido” para ser vítima de cibercrime
A segurança online figura no topo da lista como o fator mais importante para os millennials no momento de encontrarem a sua “zona de conforto digital” em casa. No entanto, de acordo com um novo estudo feito pela Kaspersky, mais de um terço (37%) considera-se demasiado “aborrecido” para ser vítima de um cibercrime.
O último relatório global da Kaspersky More Connected Than Ever Before: How We Build Our Digital Comfort Zones revela como é que estamos a mudar os nossos hábitos, de forma a garantir que nos sentimos confortáveis com o papel que a tecnologia tem nas nossas vidas. Embora os millennials encarem como uma prioridade reforçar a sua segurança online, os seus comportamentos revelam o contrário.
Kaspersky reforça proteção para crianças contra conteúdos de risco no YouTube
Para ajudar a diminuir a preocupação dos pais com o facto dos seus filhos poderem aceder a conteúdos de potencial risco enquanto estão a utilizar o YouTube – um dos serviços de streaming mais usados e populares entre as crianças – a Kaspersky introduziu uma nova ferramenta de “Safe Search” para o YouTube na sua solução Kaspersky Safe kids. Quando ativada, esta ferramenta bloqueia o aparecimento de vídeos inapropriados no motor de pesquisa, evitando que os mais pequenos encontrem vídeos com conteúdo sexual, drogas ou profanações.
Hoje em dia, as crianças são uma das principais audiências do YouTube, tendo ao seu dispor muitos dos vídeos mais populares da plataforma, direcionados para um público mais infantil. Contudo, fora do conjunto destes vídeos infantis, existem muitos outros com temas direcionados para adultos que poderão surtir um grande impacto no comportamento das crianças. De acordo com o relatório “Kaspersky Family”, 14% dos pais afirmou que os seus filhos foram expostos a conteúdos que os encorajou a ter comportamentos violentos ou inapropriados.
Kaspersky revela que portugueses já se sentiam sozinhos antes da pandemia
O novo estudo da Kaspersky, conduzido pela Arlington Research, revela que os europeus já sofriam de solidão muito antes da entrada em vigor das medidas de confinamento impostas pela COVID-19. De acordo com os dados apurados, também os portugueses já se sentiam sozinhos antes da pandemia – para alguns, o período de quarentena veio acentuar esta solidão. Com a crise pandémica ainda sem um fim previsto, as pessoas recorrem cada vez mais à tecnologia para se manterem ligadas aos seus entes queridos e combaterem a solidão.
Kaspersky comenta ciberataques a centros de investigação para a vacina contra a COVID-19
O Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido publicou ontem um relatório sobre ataques dirigidos a várias organizações no país, no Canadá e nos Estados Unidos da América, envolvidas na investigação da vacina contra a COVID-19, onde acreditam que estes estão associados ao grupo APT29, também conhecido por “The Dukes” ou “Cozy Bear”. Um dos tipos de malware utilizados nestes ataques e discutido neste relatório é conhecido como “WellMess” e já há algum tempo que tem vindo a ser monitorizado pela equipa de investigadores da Kaspersky (GReAT).
Em nota de imprensa, a Kaspersky, diz que “Nos últimos meses, a nossa Equipa Global de Investigação e Análise (GReAT) tem vindo a monitorizar ativamente os novos servidores de comando e controlo (C2) associados à peça de malware que foi utilizada neste ataque, que é comummente referida como WellMess. O WellMess foi inicialmente documentado pelo JPCERT em julho de 2018, mas tem estado esporadicamente ativo desde então. Desde o início de março deste ano, notámos um aumento nos servidores de C2, o que indica uma possível nova onda de atividade. Até agora, não observámos nenhuma sobreposição de infraestrutura, sobreposição de código no malware ou outras táticas, técnicas e procedimentos exclusivos por parte de um agente específico de ameaças, o que sugere que o WellMess é totalmente único.
Só um terço das pequenas empresas informa os seus funcionários sobre a segurança dos seus dispositivos pessoais
Embora as pequenas empresas estejam menos disponíveis para fornecer aos seus colaboradores dispositivos para trabalharem a partir de casa, apenas um terço dos funcionários (34%) deste tipo de empresas recebeu instruções sobre como trabalhar em segurança em computadores portáteis pessoais, tablets e smartphones, durante o período de confinamento. Esta é uma das conclusões do mais recente estudo da Kaspersky sobre o teletrabalho, que realça a importância da proteção e da sensibilização para a segurança nas empresas de menor dimensão.
Trabalhar a partir de dispositivos pessoais tornou-se uma necessidade para algumas pequenas organizações, já que pandemia Covid-19 colocou muitos dos seus colaboradores a desempenharem as suas funções desde casa.