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Kaspersky lança novo portal de gestão de licenças para MSPs e revendedores
O Kaspersky License Management Portal (LMP) é um novo portal “self-service” para parceiros de canal (MSPs) e revendedores que os ajuda a otimizar os pedidos, a gestão e os relatórios de licenças da Kaspersky. Este portal também permite um plano de pagamento “pay-as-you-go” em subscrições mensais para que os parceiros possam proporcionar aos seus clientes serviços mais ágeis. O LMP está disponível através do Kaspersky United Partner Portal, permitindo aos parceiros aceder a todas as ferramentas necessárias num só local.
A gestão de serviços é uma das tendências para o mercado de IT, que tem vindo a evoluir ano após ano e tendo quase duplicado o seu crescimento de 48.000 empresas globais de MSP em 2016 para 74.000 em 2021, de acordo com a avaliação feita pela Ami Partners. Com a competição a aumentar, os fornecedores de serviços sentem necessidade de uma maior automatização para simplificar e acelerar as operações nas vendas e a gestão de subscrições. O Kaspersky Licence Management Portal oferece aos MSPs e revendedores uma única plataforma para solicitar e gerir todas as suas subscrições da Kaspersky, a partir de um só local.
Kaspersky deteta vulnerabilidade desconhecida no Windows
As tecnologias automatizadas de deteção de Kaspersky descobriram uma vulnerabilidade desconhecida (“zero-day”) no Windows. O exploit permitiu aos hackers obter privilégios no computador infetado e burlar mecanismos de proteção do motor de busca Google Chrome. O exploit recém-descoberto foi utilizado numa operação maliciosa avançada designada WizardOpium.
As vulnerabilidades “zero-day” são erros desconhecidos num software que, quando identificados em primeiro lugar por hackers, lhes permitem atuar inadvertidamente e sem serem detetados, durante muito tempo, causando danos graves e inesperados. As soluções de segurança comuns não identificam a infeção do sistema, nem conseguem proteger os utilizadores de uma ameaça que ainda não foi reconhecida.
Kaspersky processará e armazenará na Suíça os dados de utilizadores dos Estados Unidos e Canadá
A Kaspersky dá mais um passo na realocação da sua infraestrutura de armazenamento e processamento de dados na Suíça, com a transferência dos dados dos seus clientes dos Estados Unidos e Canadá. Além disso, a empresa anunciou também que no início do próximo ano abrirá em São Paulo, no Brasil, o quarto Centro de Transparência e o primeiro da América Latina.
A Kaspersky trabalha de forma contínua para melhorar a segurança dos seus utilizadores. Como líder mundial na área de cibersegurança, a empresa tem revelado um forte compromisso com uma proteção mais coesa e fiável dos dados dos seus clientes. A adaptação da sua infraestrutura de armazenamento e processamento de dados, que implicou a passagem dos processos centrais da Rússia para a Suíça, começou por abranger as informações dos utilizadores europeus e faz parte da Iniciativa Global de Transparência (GTI) da Kaspersky.
Metade dos ataques de DDoS do último trimestre ocorreram em setembro
No terceiro trimestre de 2019, o número de ataques de DDoS cresceu um terço (30%) em comparação com o trimestre anterior e 32% face ao mesmo trimestre em 2018, de acordo com os dados recolhidos pelo Kaspersky DDoS Protection. Este crescimento ocorreu devido a um pico de atividade maliciosa durante o outono, principalmente ao longo do mês de setembro, que registou 53% dos ataques de DDoS do último trimestre.
O aumento registado foi causado por um grande número de diferentes tipos de ataque, muito simples de serem executados. Nos dois primeiros trimestres de 2019, o crescimento total foi provocado por um surto de ataques inteligentes, focados na camada de aplicação - geralmente desenvolvidos por hackers qualificados. Já no terceiro trimestre deste ano, a percentagem de ataques inteligentes desceu para 28% face a todos os ataques de DDoS, 50% no segundo trimestre, e cresceu apenas 7% no terceiro trimestre de 2018.
Kaspersky deteta vulnerabilidade no Google Chrome
A Kaspersky detetou uma nova vulnerabilidade que é executada no navegador Google Chrome, conhecida como CVE-2019-13720, a mesma já foi reportada à Google. Após a análise do PoC fornecido, o Google confirmou que é uma vulnerabilidade “zero-day” e lançou um patch.
Vulnerabilidades “zero-day” são falhas não conhecidas no software, que podem ser exploradas por criminosos para causar danos inesperados às vítimas. Este novo exploit foi usado em ataques que aproveitaram uma injeção de código malicioso num site de notícias coreano.