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40% das organizações assume desativar cibersegurança caso afete produtividade
Novo relatório da Kaspersky, "Kaspersky ICS Security Survey 2022: The seven key to improving OT security outcomes",revela que 40% das empresas europeias do setor industrial tende a desativar a sua solução de cibersegurança caso esta afete o seu ritmo de produção. A nível global, a percentagem situa-se nos 30%. De acordo com o estudo da Kaspersky, 18% das organizações inquiridas na Europa afirma enfrentar regularmente estes problemas, enquanto 42% diz ser um caso raro. Compatibilidade é o principal fator em questão.
Na hora de implementar soluções de cibersegurança num ambiente tecnológico operacional, o equilíbrio entre contar com as proteções adequadas e garantir um fluxo de trabalho rentável é fulcral. Caso contrário, os tempos imprevistos de inatividade causados pela interrupção da produção podem custar às empresas até €207.000 por hora, de acordo com algumas estimativas.
Falta de competências em cibersegurança contribuiu para 80% das tentativas de ataques
De acordo com o relatório da Fortinet, a falta de competências não é apenas um desafio de escassez de talento, mas tem também um impacto severo nos negócios, tornando-o numa das principais preocupações dos líderes executivos em todo o mundo. Através dos programas da Fortinet Training Advancement Agenda (TAA) e do Training Institute, estamos empenhados em enfrentar os desafios revelados no relatório através de várias iniciativas, incluindo programas focados em certificações de cibersegurança e no recrutamento de mais mulheres para a cibersegurança. Como parte deste compromisso, a Fortinet comprometeu-se a formar um milhão de profissionais para aumentar as competências cibernéticas, a consciencialização e a fazer a diferença no gap de competências até 2026.
ATEC realiza conferência sobre Cibersegurança
A Cibersegurança é um fenómeno global pelo que se torna cada vez mais importante sensibilizar as empresas para os riscos de operações no ciberespaço por forma a promover junto destas uma correta preparação para fazer face às ameaças. É igualmente importante sensibilizar as empresas para a mais-valia de apostar na qualificação dos seus recursos humanos ao nível de competências na área de cibersegurança. Recursos qualificados significam um passo à frente na proteção do negócio contra eventuais ataques cibernéticos.