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A extensão FreeVPN.One, disponível na Chrome Web Store com selo verificado e mais de 100 mil instalações, foi apanhada a espiar os utilizadores ao capturar e enviar secretamente capturas de ecrã para um servidor remoto. A descoberta foi feita pela equipa da Koi Security, que revelou que o software introduziu estas funcionalidades de vigilância em atualizações recentes, sem qualquer aviso, apesar de ser apresentado como uma ferramenta segura de privacidade.

A VPN da Kaspersky voltou a ser distinguida pela AV-TEST com o certificado de "aprovado", pelo quinto ano consecutivo. A solução foi elogiada pela ligação estável, pela eficácia na proteção da privacidade e pelo baixo impacto no desempenho dos dispositivos. Em 2025, o Kaspersky Premium, que integra a funcionalidade de VPN, participou pela primeira vez no processo de certificação, obtendo também resultados de excelência.

Duas empresas de cibersegurança líderes, a NeuralTrust e a SPLX, demonstraram que as proteções do GPT-5 podem ser ultrapassadas por técnicas de ataque inovadoras. A NeuralTrust desenvolveu a técnica chamada "Echo Chamber", que manipula subtilmente o contexto das conversas para induzir o modelo a gerar instruções proibidas, como a criação de coquetéis molotov, sem usar comandos claramente maliciosos.

O prestigiado Festival de Cinema de Veneza, o mais antigo do mundo, confirmou oficialmente que foi alvo de um ataque informático que resultou na violação de dados pessoais de vários participantes. Entre os afetados estão jornalistas, críticos de cinema e outros profissionais ligados à indústria cinematográfica. A violação foi inicialmente revelada depois de alguns repórteres, nomeadamente do The Hollywood Reporter, terem recebido cartas de notificação de violação de dados, confirmando que os seus dados tinham sido comprometidos.

O crescente uso de dispositivos vestíveis inteligentes como smartwatches, óculos e anéis tem levantado preocupações sérias sobre a privacidade dos utilizadores. Celebridades e figuras públicas populares já os adotaram, e em Portugal, estima-se que mais de um milhão de pessoas usem smartwatches até ao final de 2025. Contudo, apesar da conveniência, estes dispositivos podem estar a recolher mais dados do que o necessário.

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