A Check Point Research (CPR), área de Threat Intelligence da  Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder especializado em soluções de cibersegurança a nível global, alerta para o crescente número de anúncios presentes na Darknet e fóruns de hacking publicados por pessoas desempregadas que se oferecem para prestar assistência a atividades cibercriminosas em troca de dinheiro. Os investigadores partilham 4 exemplos reais. 

É costume ver-se na Darknet ou em fóruns de hacking a partilha de oportunidades de trabalho. O que a Check Point tem observado é a dinâmica oposta: as pessoas estão a oferecer-se para assistir o cibercrime em troca de dinheiro. Desde que 2021 começou, os investigadores da Check Point têm-se deparado com 10 a 16 novos anúncios de procura de emprego por mês numa seleção de fóruns de hacking, um número excecionalmente alto, tendo em conta que as publicações desta natureza são, por norma, nulas. Os investigadores acreditam que a inversão da tendência deriva do impacto notoriamente negativo da situação pandémica, que em muito tem contribuído para o aumento dos números de desemprego e para maior precariedade entre as famílias.

A Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder de soluções de cibersegurança a nível global, diz-nos quais os cinco potenciais indicadores de que o seu smartphone pode estar infetado com malware, alertando para os riscos de segurança que corre a informação pessoal aí armazenada.

Tem sido notória a crescente popularidade que adquiriram os malwares móveis, como o Hiddad, xHelper e o Triada. Todos constaram do Top Malware de Janeiro de 2021 divulgado pela Check Point, sendo meios cada vez mais frequentes para os ciberatacantes roubarem informações sensíveis. Em 2020, a Threat Intelligence da Check Point demonstrou que 46% das organizações a nível global tinha pelo menos um colaborador que já tinha feito download de uma aplicação maliciosa.

A Check Point® Software Technologies Ltd.  fornecedor líder global de soluções de cibersegurança a nível global, acaba de publicar uma investigação sobre os cinco objetos mais utilizados pelos cibercriminosos para espiar indivíduos nas suas casas.

Estima-se que haja mais de 22 mil milhões de dispositivos conectados a redes Wi-Fi domésticas em todo o mundo e estudos sugerem que este número alcance os 38.6 mil milhões em 2025. Se por um lado oferece inúmeros benefícios, a híper conectividade contribui da mesma forma para um maior número de pontos de ataque suscetíveis a ser explorados por intrusos invisíveis.

Investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder especializado em cibersegurança a nível mundial, voltam a alertar para as fragilidades de segurança presentes na aplicação TikTok, rede social que tem vindo progressivamente a adquirir mais e mais utilizadores – em Portugal, já são mais de 1 milhão e meio. A exploração da vulnerabilidade de segurança poderia resultar na partilha maliciosa de dados pessoais, como número de telefone, fotografias de perfil e avatar, nomes de utilizador, entre outros. A falha foi comunicada aos responsáveis pelo TikTok que, entretanto, já disponibilizaram uma atualização que a soluciona.

A Check Point Research, área de Threat Intelligence da Check Point® Software Technologies Ltd. , fornecedor líder de soluções de cibersegurança a nível global, alerta para uma campanha de ciberataques que estão a acontecer neste momento e que tem como propósito aproveitar as recentes vulnerabilidades dos sistemas Linux para criar um botnet e difundir malware nas equipas infetadas. Os ciberdelinquentes estão a utilizar uma nova variante apelidada de “FreakOut”, capaz de monitorizar os portos de conexão, recompilar informação, rastrear redes, lançar ataques DDoS e flooding. Se conseguem explorar com sucesso, cada dispositivo infetado pode ser utilizado como plataforma para lançar outros ciberataques, utilizar os recursos do sistema para mineração de criptomoedas, propagar vírus em paralelo através da rede de uma empresa ou mesmo lançar ataques contra alvos externos ao fazer-se passar por uma empresa afetada.

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