Investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder especializado em soluções de cibersegurança a nível global, descobriram, recentemente, uma campanha de malware nunca antes vista que assenta na subscrição não consentida de utilizadores Android a serviços telefónicos pagos providenciados, no caso desta campanha maliciosa em específico, por fornecedores legítimos de telecomunicações na Tailândia e Malásia. Esta técnica de ataque é conhecida por International Revenue Share Fraud (IRSF), estimando-se que gera entre 4 a 6 mil milhões de dólares por ano.

Investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, identificaram recentemente uma operação ativa nunca antes vista de ransomware, designada Pay2Key, que tem atacado organizações europeias e israelitas.

Informações a que a Check Point acedeu sugerem que os agentes por detrás da Pay2Key estão sediados no Irão. Na semana passada, a Check Point emitiu um alerta no qual se advertia para a rapidez dos ataques conduzidos pela Pay2Key que, em menos de 1 hora, é capaz de encriptar os dados das vítimas. No momento, concluiu-se que os alvos eram maioritariamente empresas israelitas. Novas evidências apontam agora para a possibilidade destes ataques se terem direcionado já também a empresas europeias, sediadas, mais especificamente, em Itália. É expectável, segundo investigadores da Check Point, que a cadeia de ataques escale globalmente.

Investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, revelam uma operação fraudulenta conduzida por hackers de Gaza, Cisjordânia e Egito, responsável por afetar mais de 1200 organizações nos últimos 12 meses. Através de grupos em redes sociais que utilizam para partilhar informação e recursos entre eles, os hackers atacam sistematicamente servidores voice-over-IP (VoIP) de organizações-alvo. Sendo bem-sucedidos, os atacantes monetizam então esse acesso, vendendo chamadas geradas automaticamente e/ou forçando os sistemas a ligar a números pagos para depois cobrar as respetivas taxas. Estima-se que tenham gerado já centenas de milhares de dólares em lucro, com mais de 10 000 ataques documentados desde o início de 2020.

Com o lançamento do iPhone 12 em todo o mundo, dispositivo que suporta a rede 5G, as preocupações em torno do mais recente padrão de rede começam a agudizar-se. A Check Point® Software Technologies Ltd. fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, alerta os utilizadores para os perigos associados ao 5G, deixando algumas dicas que visam proteger os dispositivos IoT e garantir uma utilização segura.

A grande variedade de plataformas de aplicações que hoje os utilizadores têm a seu dispor, de que são exemplo a Google Play e a App Store, faz com que muitos dos downloads feitos atualmente sejam motivados não só pela necessidade, como por mera curiosidade. A Check Point® Software Technologies Ltd. , fornecedora líder especializada em soluções de cibersegurança a nível global, aconselha os utilizadores a terem cuidado com as aplicações que descarregam, não apenas pelo perigo de estarem infetadas com programas maliciosos, como também pela possibilidade de incorrerem em perdas económicas, resultantes da subscrição paga de aplicações que oferecem um período de teste gratuito. Este tipo de aplicações é conhecido por “Fleeceware” e pode chegar a ser realmente perigoso, no caso de se tornar uma fonte de cobrança recorrente aos utilizadores, que muitas vezes acreditam que a desinstalação ou remoção da aplicação garante o cancelamento da subscrição.

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