Desde o início da pandemia e com a chegada do confinamento em 2020, verificou-se uma mudança nos hábitos de consumo, o que acelerou a posição dominante dos meios digitais tanto como fonte de entretenimento como para a realização de compras a partir do conforto do lar. Segundo o Digital Consumer Survey Portugal 2021 - Powered by Nielsen & Dynata, os portugueses passam 43% da semana ligados à Internet, o que significa que passam mais tempo conectados do que a dormir, constituindo uma média de 72 horas por semana de conexão à Internet. Deste tempo, dedicamos uma média de 13 horas semanais às redes sociais, sendo 23% do tempo total passado a ver conteúdo de influenciadores, sobretudo no Instagram.

Um quarto (27%) dos gamers a nível mundial têm vergonha de dizer aos pais quanto tempo passam a jogar. Esta é uma das conclusões da nova investigação da Kaspersky, com base nas respostas de 5.000 jogadores a nível mundial.

Esta nova investigação da Kaspersky foi realizada pela consultora Savanta em novembro deste ano e analisou dados sobre gaming em 17 países, contando também com a participação de um total de 5.000 inquiridos. O estudo revela que a dinâmica entre jogadores e pais mudou bastante ao longo dos anos e refere o que pode ser feito para quebrar barreiras e estigmas.

Nesta semana em que se celebra o Dia Mundial das Redes Sociais, a WIKO, empresa europeia de smartphones, quis perceber a forma como os jovens portugueses utilizam as redes sociais e para que recorrem às mesmas, maioritariamente. Através de uma sondagem nas suas redes sociais, a marca descobriu que 75% destes jovens criou o seu primeiro perfil nas redes sociais com menos de 16 anos (idade mínima proposta pelo governo português para utilização de redes sociais sem acompanhamento familiar) e que apenas 8% o fez após os 20 anos. Entre essas duas idades, 18% dos jovens criaram o seu primeiro perfil.

O novo estudo "Uncharted territory: why consumers are still wary about adopting cryptocurrency”, realizado pela Kaspersky, revelou que a falta de conhecimento e confiança são os principais fatores que impedem os consumidores de utilizar as criptomoedas. Este estudo revela ainda que embora 29% das pessoas possuam algum conhecimento sobre criptomoedas e haja procura por esta tecnologia, apenas uma em dez (10%) compreende plenamente como é que elas funcionam.

Mais de um terço das empresas está a utilizar a Internet of Things (IoT), das quais 70% adiantam que já concluíram os seus projetos piloto e 95% assumem estar a obter retorno do investimento.

Estes indicadores constam da sexta edição do Barómetro Internet of Things, divulgado hoje pelo Grupo Vodafone, líder em IoT com cerca de 81 milhões de cartões geridos através de uma plataforma única que garante globalmente a mesma qualidade e experiência de utilização aos seus Clientes.

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