As ameaças à cibersegurança estão a aumentar, estão cada vez mais sofisticadas e mais agressivas, razão pela qual a procura por profissionais com distintas competências, experiências e mentalidades é também cada vez maior. De acordo com um estudo citado pelo Exclusive Group, grupo de tecnologias e serviços de valor acrescentado (VAST), até 2021 existirão 3,5 milhões de empregos por preencher na área da cibersegurança. O Cybersecurity Jobs Report reconhece que as empresas estão mais conscientes para os problemas de segurança e mais proativas neste domínio, no entanto, o número de postos de trabalho nesta área não consegue acompanhar o aumento significativo do cibercrime, que deverá custar mais de 100 mil milhões de dólares por ano até 2021.
Imagine que se vai encontrar com a sua cara-metade para celebrar um aniversário e se apercebe que vai chegar tarde. E, quando lhe está prestes a ligar para avisar, o seu telefone fica sem bateria. E este aniversário não está a começar nada bem…
Acaba de ser apresentado o estudo “Inteligência Artificial na Europa”, desenvolvido pela EY em nome da Microsoft, que revela que as empresas portuguesas estão abaixo da média europeia no que diz respeito à aplicação de Inteligência Artificial (IA) na sua atividade. Esta conclusão resulta do facto de 45% das empresas nacionais não ter ainda iniciado qualquer piloto de IA, por comparação à média europeia, de 29%. Apesar disso, 82% das empresas nacionais revelam ter programada a entrada em fase piloto ou o lançamento de iniciativas de IA. Estes indicadores demonstram que a introdução desta tecnologia no tecido empresarial português está a crescer, mas há ainda muito trabalho a fazer para o país alcançar a maturidade desejada.
É uma daquelas pessoas que sempre soube o que queria fazer desde que entrou na escola primária? Então é um exemplo único. Em 2018, os mais jovens estão cada vez mais a perguntar-se o que irão fazer no futuro, e um em cada dois inquiridos acha que a sua profissão ainda não existe, segundo um estudo realizado pela empresa de cibersegurança Kaspersky Lab.
A Huawei, líder global em telecomunicações, revela hoje que 59% das pessoas em Portugal evitam alguns dos locais mais bonitos e icónicos no estrangeiro quando estão de férias. Conduzido pela Huawei no seguimento do recente lançamento do Huawei P20 Pro (integra primeira câmara de lente tripla do mundo num smartphone), o estudo que contemplou mais de 1.000 pessoas revelou que a superlotação (27%), a luta para obter o ângulo certo ou iluminação ideal (19%) e a incapacidade de chegar perto (18%) foram identificados como os principais motivos pelos quais os portugueses não conseguem captar boas fotos dos monumentos turísticos mais amados na Europa.