O mais recente estudo da Surfshark revela que o Gemini, integrado no Chrome móvel, é atualmente o navegador com IA que mais dados recolhe sobre os utilizadores. Entre as informações captadas estão nomes, localização exata, histórico de navegação, dados de pagamento, mensagens de e-mail e texto, e até informações altamente sensíveis, como origem étnica, orientação sexual ou incapacidades.
No início da década de 90, a Internet ainda era um território restrito a universidades e centros de investigação, dominado por interfaces textuais pouco amigáveis. Foi neste cenário que surgiu o Netscape, um navegador que viria a desempenhar um papel fundamental na popularização da World Wide Web. Criado por Marc Andreessen, um dos programadores do lendário Mosaic, e Jim Clark, fundador da Silicon Graphics, o Netscape foi lançado oficialmente em 22 de dezembro de 1994 sob o nome Netscape Navigator 1.0.
A Perplexity apresentou uma proposta para adquirir o navegador Chrome e manter o Google como motor de busca padrão durante dois anos, num contexto de forte pressão regulatória nos EUA, onde decorre um processo antitrust que poderá levar à separação do Chrome da Google. Para a Alphabet, o navegador é um ativo estratégico, servindo como porta de entrada para o seu ecossistema, gerando dados essenciais para pesquisa, publicidade e inteligência artificial.