O modelo estruturado, alinhado com as normas globais do TM Forum, serve como guia para as operadoras acelerarem a adoção desta tecnologia desde a fase de prototipagem até à implementação produtiva, impulsionando a automação na gestão de redes e na experiência do cliente.
A integração desta solução faz parte da estratégia de longo prazo da NOS para incorporar inteligência artificial em toda a organização, com um impacto direto na produtividade das equipas técnicas e na qualidade global do serviço. Para a operadora, este projeto representa um marco fundamental para otimizar operações de rede, enquanto a Deloitte destaca que a Agentic AI representa uma oportunidade de mercado estimada em 150 mil milhões de dólares para o setor das telecomunicações nos próximos cinco anos. O objetivo é redefinir a forma como as infraestruturas de rede são geridas, tornando-as mais eficientes e resilientes através da inteligência autónoma.
O projeto utiliza uma metodologia que permite identificar os pontos de maior impacto para a implementação da IA, criando um percurso escalável que responde às exigências de um mercado altamente dinâmico. Hugo Pinto e Baris Sarer, da Deloitte, reforçam que esta transformação permite não só otimizar redes, mas também acelerar a inovação em serviços digitais. A NOS assume-se assim como um laboratório de inovação mundial, testando ferramentas que combinam escalabilidade e autonomia para melhorar a resposta às necessidades dos clientes num cenário competitivo.
A parceria entre as duas empresas não é recente e este novo passo consolida um histórico de colaboração focado na inovação. Ao promoverem a Agentic AI para a gestão de redes, a NOS e a Deloitte pretendem criar um modelo transformador que possa ser replicado por outras operadoras em todo o mundo. Este esforço conjunto visa elevar os padrões de eficiência e resiliência do ecossistema global de telecomunicações, garantindo uma evolução sustentada na qualidade do serviço prestado aos utilizadores finais através de tecnologias de automação inteligente.