Mostrando produtos por etiqueta: kaspersky
Roubaram-lhe o iPhone? Veja o que fazer em caso de perda ou roubo
Foi assaltado e roubaram-lhe o iPhone? Infelizmente, acontece muito durante as férias, quando estamos mais despreocupados e desatentos aos nossos pertences. Os investigadores da Kaspersky descobriram o esquema de interação usado pelos hackers para desbloquear iPhones roubados. Este modus operandi implica um bom jogo psicológico e habilidades de engenharia social.
60% dos utilizadores já foram atingidos por roubo de palavras-passe em 2019
Em 2019, o uso de malware para roubar as palavras-passe dos utilizadores da Internet cresceu significativamente. De acordo com os dados da Kaspersky, cerca de 940 mil utilizadores já foram vítimas deste tipo de ataques, um aumento de 60% em comparação com o primeiro semestre de 2018, que atingiu cerca de 600 mil utilizadores. Este ano, já foram identificados elevados níveis de atividade na Europa e na Ásia, provenientes de hackers que visam roubar as palavras-passe aos utilizadores. Até agora, os países mais afetados por este malware foram a Rússia, Índia, Brasil, Alemanha e EUA.
O roubo de palavras-passe (Password Stealing Ware - PSW) é uma das ferramentas mais apetecíveis pelos hackers para afetar a privacidade dos utilizadores de Internet. Este tipo malware consegue obter os dados diretamente do browser das vítimas e, para isso, utiliza várias técnicas. Na maior parte das vezes, esta informação é sensível e inclui os detalhes de acesso para serviços online e informações financeiras - como palavras-passe, dados pessoais em preenchimento automático e detalhes de cartões de crédito ou débito - que se encontram memorizadas.
Kaspersky disponibiliza versão 2020 das suas soluções de segurança
A russa Kaspersky anunciou no final do mês passado o lançamento da versão 2020 dos seus produtos de segurança. As novas versões dos principais produtos de segurança da empresa estão assim disponíveis para os seus utilizadores, no entanto, apenas em inglês, sendo, tal como tem vindo a ser habitual, outros idiomas serão lançados ao longo dos próximos meses.
Segundo revelou a empresa em comunicado, a nova versão 2020 tem como principais novidades as melhorias na deteção de exploits de rede como é caso do EternalBlue (recurso usado pelo ransomware WannaCry) e do SMBloris. Além disto, a Kaspersky, introduziu melhorias no suporte para deteção de ferramentas de acesso remoto (RATs), no entanto, apesar de muitas delas sejam usadas de forma legal, podem também ser usadas por criminosos para a realização de diversas atividades. Nos produtos 2020 da Kaspersky, a proteção contra este tipo de ferramenta esta ativada por defeito.
Kaspersky prepara-se para abrir o primeiro Centro de Transparência na Malásia
De acordo com a sua missão em tornar a indústria de cibersegurança mais forte, a Kaspersky está a preparar-se para abrir o primeiro Centro de Transparência na região da Ásia-Pacífico, que ficará localizado na CyberSecurity Malaysia – a agência nacional da Malásia especialista em cibersegurança – em Menara Cyber Axis, Cyberjaya, perto das principais agências governamentais de cibersegurança do país.
Assim como em Zurique e Madrid, o Centro de Transparência da Malásia irá funcionar como uma entidade fidedigna para os parceiros e stakeholders governamentais da Kaspersky poderem verificar o código fonte das soluções oferecidas pela empresa. O novo centro irá também funcionar como um centro de informação, onde os convidados têm a possibilidade de saber mais sobre os processos de engenharia da Kaspersky e sobre as suas práticas de processamento de dados.
Estudo da Kaspersky revela que "avós subornam netos para obterem apoio digital"
O novo estudo elaborado pela Kaspersky mostra que perto de metade (46%) das gerações mais velhas em Portugal sente dificuldades em atividades diárias que envolvam a tecnologia e para as quais não tenham apoio imediato. É por isso que, cada vez mais, os jovens portugueses são confrontados diariamente com pedidos como “Podes só… arranjar-me o telemóvel?” ou “Podes só… arranjar o router da internet?”.
Cerca de 41% das gerações mais velhas em Portugal admitem ter muito pouco conhecimento na área da tecnologia. Contudo, 40% dos inquiridos afirma que a utilização que dela fazem, fá-los sentir melhor consigo próprios, mais autónomos e, consequentemente, mais livres. Acredita-se, por isso, que o tão conhecido fenómeno FOMO (fear of missing out) é muito comum entre esta geração, que não se quer sentir desatualizada face à utilização das novas tecnologias.