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Kaspersky lança o último relatório trimestral
A atividade de ameaças persistentes avançadas (APT) durante o segundo trimestre de 2019 incluiu uma série de operações dirigidas ou originadas no Médio Oriente e Coreia do Sul. Grande parte da atividade centrou-se em ciberespionagem e na busca por benefícios económicos, mas há pelo menos uma campanha que parece estar a difundir desinformação. Em maio, os investigadores da Kaspersky descobriram infiltrações online de ativos, aparentemente de ciberespionagem, pertencentes a uma entidade iraniana, e concluíram que o agente por trás das mesmas poderia ser o “Hades”, um grupo relacionado com o ExPetr e com o ciberataque aos Jogos Olímpicos no inverno de 2018. Estas foram algumas das tendências reveladas no último relatório.
430 mil utilizadores já foram afetados por malware financeiro em 2019
Na primeira metade de 2019, 430.000 utilizadores foram alvo de conteúdo malicioso destinado a roubar dinheiro, criptomoedas e serviços pagos de Internet. Este número representa um aumento em 7% face ao mesmo período.
O malware financeiro, regularmente identificado como trojan bancário, tem como objetivo roubar dinheiro e dados financeiros, assim como proporcionar aos agentes de ameaças acesso aos ativos e equipas de utilizadores e das organizações financeiras.
Videojogos falsos com malware já atingiram mais de 900 000 utilizadores ao longo do último ano
De acordo com uma investigação realizada pela Kaspersky, os hackers estão a ganhar cada vez mais vantagem devido à crescente procura por videojogos, o que lhes permite distribuir malware através de cópias falsas dos jogos mais populares. Mais de 930.000 utilizadores foram atingidos por este tipo de ataques nos últimos 12 meses, no período de junho de 2018 a junho de 2019. “Minecraft”, “GTA 5” e “Sims 4” são os jogos mais utilizados para espalhar malware, concentrando mais de um terço destes ataques.
Kaspersky prolonga cooperação com a INTERPOL na luta contra o cibercrime
A Kaspersky, empresa multinacional de cibersegurança, e a INTERPOL assinaram um novo acordo por cinco anos que reforça a colaboração já existente entre ambas na luta contra o cibercrime em todo o mundo. Este segundo acordo entre as duas empresas segue-se àquele que foi assinado em 2014.
Hoje, dia 3 de julho, Eugene Kaspersky, CEO da Kaspersky, e Tim Morries, Diretor Executivo dos Serviços de Polícia na INTERPOL, assinaram um acordo sob o qual a Kaspersky fica responsável por oferecer à INTERPOL suporte ao nível de recursos humanos, formação e threat intelligence data relativos às mais recentes ciberameaças, reforçando assim as capacidades da empresa no que diz respeito à identificação de ciberameaças. A cerimónia onde o contrato foi assinado, teve lugar na INTERPOL World 2019, localizado, de momento, em Singapura.
Relatório da Kaspersky conclui que 33% dos inquiridos ainda tem acesso a arquivos e documentos do seu último trabalho
Imagine que um colaborador abandona a empresa e faz uma cópia dos dados do banco ou dos dados confidenciais dos seus clientes. Quais seriam as consequências desta ação para a empresa? A desordem digital não é apenas uma preocupação para as empresas, mas também para os trabalhadores. Desta forma, a resposta é a prevenção e tudo passa pelos nossos hábitos diários.
Desta forma, a Kaspersky perguntou a trabalhadores por todo o mundo “quais são seus os hábitos de organização do frigorífico?” e verificou-se que essa organização pode ser um indicador de risco de segurança digital. A juntar a esta descoberta, 95% das pessoas que afirmou ter um frigorífico organizado ou ligeiramente organizado, também alegou ter uma vida digital organizada ou ligeiramente organizada.